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NotíciasSociedade Rural Brasileira e AOPA Brasil trabalhando pela aviação.11/09/2019

A falta de decisão da ANAC mantém milhares de aeronaves experimentais no limbo legal, teoricamente impedidas de sobrevoar área densamente povoadas.

Assunto já resolvido há anos no ambiente da FAA - Federal Aviation Administration e que conta com notas técnicas favoráveis de áreas especializadas da própria ANAC, o sobrevoo de áreas densamente povoadas continua a gerar insegurança jurídica para milhares de pilotos e proprietários de aeronaves. 

A Sociedade Rural Brasileira, cujos membros são proprietários e fortes usuários de aeronaves "Experimentais", abraçou a causa e reforçando posição da AOPA Brasil notificou, hoje, o Presidente da ANAC e o Secretário Nacional de Aviação Civil, do Ministério da Infraestrutura, sobre a importância e de se resolver esse assunto, definitivamente.

O que a AOPA Brasil vem fazendo é mostrar que a ANAC tem tudo que precisa para pacificar, imediatamente, a questão. Se fizesse uso de pareceres técnicos da Agência que chegaram à mesma conclusão que o FAA, o sobrevoo de áreas densamente povoadas por aeronaves Experimentais poderia não ser mais um problema no Brasil.

O que se conclui tanto nos Estados Unidos como no Brasil, é que os Experimentais continuariam a ter restrições de sobrevoo, exceto quando em operações de pouso e decolagem ou em altura suficiente para pousar em segurança, na hipótese de uma falha de motor em voo. Nada mais do que o óbvio.

Certos temas que afetam econômica e operacionalmente milhares de proprietários de aeronaves sofrem com o vai e volta e com a procrastinação da diretoria da ANAC, que já possui informações suficientes para resolver o problema.

Um país como o Brasil só cresce por causa do seu agronegócio forte. E não há agronegócio forte sem aviação geral forte, que possa voar em segurança, seja operacional, seja jurídica. Menos burocracia e procrastinação e mais compromisso com o desenvolvimento: é isso que proprietários e pilotos de aeronaves exigem. Não há mais espaço para discussões que não chegam a lugar algum e insistem em reinventar rodas, desprezando o conhecimento e a experiência de dentro da Agência e também de outros países.




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